celina's profileA paixão de ser catequis...PhotosBlogLists Tools Help

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    Bombons Picantes

      Era uma vez um homem guloso que estava num mercado a comprar bombons. Viu uns vermelhos, lindos, embora caros. Comprou um saquinho deles e foi-se instalar à sombra duma árvore a apreciá-los.
    Ao trincar o primeiro, começou a espirrar, a transpirar, a chorar.
    Pegou no resto do bombom e levou-o também à boca.image004
    E continuou a espirrar, a transpirar, a chorar. Ao cabo de dois bombons inteiros, já deitado no chão e em liquefacção, viu aproximar-se dele um homem que lhe disse preocupado:
    - O que o Sr. está a comer são malaguetas! Devem ser comidas com parcimónia!
    - Pensava que eram bombons... - respondeu-lhe.
    - Mas agora que já percebeu que eram malaguetas, pare de as comer!
    - Depois de ter pago tanto dinheiro por elas? Nem pensar! Tenho de as comer todas!

    Extraído de GOSTE DE SI de Luís Martins Simões

    Para pensar...

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    O homem olha as aparências mas Deus olha o coração.

    (1 Sm 16,7)

    Ó Catequista, meu catequista (4)

    "4. Primeiro, as pessoas, depois, tudo o resto
        As pessoas são mais importantes do que todas as coisas. Mais do que os catecismos, do que os programas e, até, do que os sacramentos.
        Quem não sabe isto? E o catequista também o sabe. No entanto, graças aos guias e aos livros que se preocupam unicamente com os conteúdos, pode acontecer que se esqueça disso. O que é de lamentar!
        Porque o catequista, antes de tudo e acima de tudo, é uma pessoa que se encontra com as outras pessoas, sejam crianças, adolescentes, jovens ou adultos.
        Portanto, o catequista precisa de saber, além dos textos, como deve viver entre as pessoas de modo positivo, construtivo e enriquecedor. "

    (Apresentação do 4º Capítulo do livro Ó CATEQUISTA, MEU CATEQUISTA de Tonino Lasconi)

    Contos e Parábolas Modernas

    Adiciono aqui endereços de histórias interessantes,

    basta carregar em cima do nome para entrar:

     

      Cobras e pirilampos   Uma história para refletir   Torne-se um lago
      Parábola da rosa   Meu pequeno anjo   A joia perdida
      Os sapos   Sementes   A brasa isolada
      O exercício da paciência O gondoleiro  Todos somos Deus 
      Bombons picantes   Afiar o machado   O grãozinho de areia
     O lobo e a lebre  A borboleta  Barulho de carroça 
      A esperteza do burro várias de Paulo Coelho  Deixa entrar o sol 
    várias em Fóruns Paróquias     
         
         

     

           O livro Era uma vez... de José Real Navarro, das Edições Salesianas tem "40 contos para educar aos valores cristãos" (8-11 anos). Cada conto visa um conjunto específico de temas mas, além do conto, este livro tem a particularidade de apresentar propostas para trabalhar o conto: perguntas para o diálogo e actividades. Gostei muito do livro e penso que é muito útil na catequese pois as crianças mais novas ficam logo atentas quando dizemos: "Hoje vou contar uma história. Era uma vez...".

          

    Ó catequista, meu catequista! (2)

    "2. Da catequese “obrigação” à catequese “dom”
        O que é a catequese? É fácil! É aquela coisa a que as crianças devem ir e os pais as devem mandar.
        De contrário: «Nem primeira comunhão nem crisma.» Mas não existe ideia mais disparatada, mais errada nem mais perniciosa!
        É urgentíssimo tomar consciência de que não são as crianças e os adolescentes - que não acreditam ou que não crêem de modo consciente e maduro - que têm o «dever» de «ir» à catequese. É a comunidade cristã que tem o dever de «ir» dar a conhecer o Senhor e a sua mensagem.
        É que Jesus não disse ao povo: «Ide ouvir o que os meus discípulos têm a dizer-vos»; mas foi aos apóstolos que disse: «I de pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda a criatura» (Mc 16,15).
        Esta tomada de consciência muda toda a perspectiva da actividade catequística. É como virar-se para o lado direito para ver uma praça que foi sempre vista do lado esquerdo.”

    (Apresentação do 2º Capítulo do livro Ó CATEQUISTA, MEU CATEQUISTA de Tonino Lasconi)

    Ela é...

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    Ela é a minha pedra preciosa,
    Ela é a minha borboleta sonhadora,
    Ela é a minha turquesa azulada.
    Ela é o meu sol,
    Ela é a luz do meu farol.
    Ela é a minha estrela guia,
    Ela é a razão da minha alegria.
    Ela é a minha razão de viver,
    Ela é a causa do meu nascer.
    Ela é a minha mãe, que nunca irei esquecer!

                                                           Da minha filha Cláudia

    Todos somos Deus

    Conta a lenda hindu que um jovem tinha acabado de ter uma lição com o seu mestre em que este lhe havia acabado de ensinar que Deus estava em tudo e em todos.
    Logo após a lição, ao atravessar Calcutá, esse jovem encontra-se numa rua estreita frente a um enorme elefante conduzido apressadamente por um miúdo. O miúdo grita:
    - Afastem-se, afastem-se!
    Todos se afastam. E o nosso jovem recém-instruído pensa para si:
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    - Se todos somos Deus, eu sou Deus, e o elefante também é Deus. Será que Deus fará mal a Deus?
    E não se afasta.
    O elefante dá-lhe uma valentíssima trombada que o atira para cima dum telhado.
    O jovem vai para o hospital.
    O mestre vai visitá-lo.
    O jovem, convalescente e indignado, conta ao mestre que tinha aplicado os seus ensinamentos ao não afastar-se, ao que o mestre respondeu:
    - É verdade que tu és Deus, e que o elefante também é Deus. Mas é verdade também que o miúdo que ia sobre o elefante também é Deus. Porque não fizeste caso das advertências de Deus? 

    Extraído de GOSTE DE SI de Luís Martins Simões

    Para pensar...

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    Que a luminosidade do meu rosto

    dê ao outro a certeza que é impossível Deus não existir.

    (citado por Dª Isabel em S. Roque, desconheço autor)

    Aos catequizandos!

    Querem partilhar coisas vossas neste espaço como por exemplo desenhos, histórias, poemas,  etc? Deem-me na catequese e eu ponho aqui!
     
    natal 
    De Cláudia Raquel e Ana Paula,
    4º Ano Catequese

    3. À Escuta da Palavra - 4º ano

       

      Hoje é-nos proposto reflectirmos sobre o chamamento feito por Deus a Samuel. Fizemos a apresentação do teatro, que correu muito bem (temos actores!) e, depois de o analisarmos, tentamos perceber o que aquilo nos queria dizer a nós.

    Não adianta vermos uma história muito bonita mas que não acrescenta nada à nossa vida.  Será que Deus só falava aos profetas ou continua a falar-nos hoje? Descobrimos que Deus continua a falar-nos principalmente através da Bíblia mas também através de pessoas que nos falam de Deus. Por vezes, até uma paisagem muito linda ou um pôr-do-sol nos fala que é impossível Deus não existir.

    E nós? Estamos dispostos a escutar? E a responder como Samuel "Fala Senhor, teu servo escuta"? Aqui optei por dar o meu testemunho pessoal.

    Sugeri que peguntassem aos pais se alguma vez sentiram que Deus lhes falava. Alguns meninos falaram que sim, que os pais já tinham sentido muitas vezes. Surpreendeu-me a convicção de algumas crianças. Dá para notar quando os pais vivem a experiência de Deus nas suas vidas e as partilham com os filhos. É bom que o façam. O testemunho vale muito mais que discursos folcloricados. É bom que os pais não se abstenham me mostrar a sua fé a até as suas fragilidades. Os filhos os respeitarão mais por verem que os pais são humanos!

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    Fala Senhor, teu servo escuta

    Na catequese do 4º ano, 3ª sessão, fala-se de Samuel. Samuel escutou Deus e pôs-se à Sua disposição. E nós? Escutamos Deus? Dizemos, como Samuel, "Fala Senhor, teu servo escuta", ou fazemos de conta que não ouvimos?

    Em todos os retiros e formações de catequistas fala-se da importância do catequista dar o seu testemunho. Então, eu pensei se algum dia me tinha sentido chamada por Deus.

    Por vezes eu sentia dentro de mim um pensamento que não queria calar: "Podias ir dar catequese". E eu pensava: "Tás doida! Tens mais que fazer!". E aquilo passava. Passado algum tempo o pensamento voltava mas eu sempre dava desculpas para mim mesma: não tinha tempo, tinha mais que fazer, quando era mais nova diziam que não tinha jeito para crianças, um monte de desculpas... Será que era Deus que me chamava? Não sei mas eu não estava disposta a responder como Samuel.

    No entanto, o pensamento não desaparecia, até que me chateei e pensei: "Vou me oferecer para catequista. Se for só cisma minha, vão-me responder:"P´rágora não precisamos mas quando precisarmos falamos". Se for mesmo a vontade de Deus então vão ficar contentes".

    Quando fui falar com a responsável pela catequese, ela se alegrou e disse que estavam mesmo a precisar de catequistas!

    Por vezes Deus chama, seja por pensamentos, seja por intermédio de outras pessoas, seja pela Sua palavra impressa na Bíblia. Mas nós nem sempre escutamos ou queremos escutar.

     

    Para pensar...

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    Só pelo AMOR o homem se realiza plenamente.

    Platão

    4º ano catequese - sessão 3

    Nesta sessão é apresentada a história do chamamento de Samuel (1Sam3). Como se fala tanto em diversificar, pensei em fazer uma dramatização, em vez de simplesmente ler o texto. Como diz no Curso de Iniciação de Catequistas, fixa-se muito mais o que se vê do que o que se ouve (p.75).

    A 1ª tentativa de contacto com os pais dos "actores" falhou. Ninguém me atendeu o telefone. Então pensei: "Deus, se achas que estou a inventar demais, a desvirtuar a catequese com as minhas modernices, então dá-me um sinal. Vou tentar só mais uma vez e, se falhar, desisto!"

    No dia seguinte telefonei. A ideia foi muito bem acolhida e tive até incentivo para continuar. Os ensaios têm corrido bem. Até o menino que "todos" dizem que é problemático se portou lindamente. Os pais ficariam orgulhosos se o pudessem ver nos ensaios.

    Descobri que, quando se dá um pouquinho de amor, o que se recebe é muito maior! Se dermos amor às crianças em vez de regras, o resultado é surpreendente!

     

    O gondoleiro

      gondoleiro

     "Era uma vez um homem de negócios engravatado que tinha uma reunião importante do outro lado da cidade. Estamos em Veneza. Decide então procurar um taxi-gôndola. Para seu espanto, ao chegar ao apeadeiro, não encontra nenhum. Fica extremamente preocupado e em tensão por correr o risco de chegar atrasado à reunião com o cliente. Procura, olha, tenta encontrar uma gôndola, até que se dá conta de que no mesmo cais, mas cinquenta metros mais longe, está um homem recostado a apanhar Sol, descalço, com uma gôndola perto dele. Dirige-se então num passo enérgico para o "gondoleiro" e pergunta-lhe se ele é taxi. O outro responde afirmativamente. E lá se põem os dois a caminho. Durante a travessia, o nosso homem de negócios decide meter conversa e aproveitar para dar uma lição de atitude comercial ao gondoleiro e diz-lhe:
    - Se o Sr. se pusesse cinquenta metros mais à frente arranjava clientes mais facilmente.
    E o gondoleiro pergunta:
    -Para quê?
    - Porque assim vendia melhor os seus serviços.
    -E para quê?
    Continuava a perguntar o gondoleiro.
    - Se vendesse melhor os seus serviços, depois o negócio poderia crescer e até poderia comprar outra gôndola.
    -E para quê?
    - Com duas gôndolas, às duas por três, você até podia ter empregados que as conduzissem por si.
    -E para quê?
    - Porque enquanto eles as estivessem a conduzir, você poderia estar a apanhar Sol.
    - Mas para quê tanta coisa se apanhar Sol era exactamente o que eu estava a fazer há dez minutos?"

    Extraído de GOSTE DE SI de Luís Martins Simões

    Para pensar...

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    Saber que um SER que tem por nome AMOR habita em mim,

    é o que faz da minha vida um céu antecipado.

    S. Teresa

    Ó, Catequista, meu catequista! (1)

     
    Gostei muito deste livro e deixo aqui a apresentação de alguns capítulos para "abrir o apetite"...

    " 1. Os catequistas também querem ser felizes

           (...) Felizes com o resultado do seu trabalho. De facto, embora seja verdade que, na vinha do Senhor, não devemos trabalhar pelo resultado, também é verdadeiro que se trabalha mais e melhor quando verificamos que a nossa canseira não é inútil.
           São Paulo - livre como era de incrustrações moralistas e falsamente ascéticas - manifestava abertamente o seu sofrimento, quando as comunidades cristãs não produziam os frutos esperados. E rejubilava sem falsos pudores, quando elas correspondiam com generosidade ao esforço do seu apostolado. Qual é o resultado que os catequistas podem e devem esperar do seu trabalho? Que as pessoas que lhes foram confiadas descubram a beleza e a força da fé em Jesus, vividas na comunidade da Igreja. Que os destinatários das suas obras acolham com simpatia e alegria o anúncio do Evangelho e decidam livremente pôr Jesus como fundamento da sua vida.
           Para conseguir estes resultados é preciso abandonar uma concepção mesquinha, simplista e já ultrapassada da catequese. É necessário transformar-se de distribuidores de noções piedosas em semeadores de Evangelho e educadores para a fé."
     
    (Apresentação do 1º Capítulo do livro "Ó Catequista, meu catequista" de Tonino Lasconi)

    Rezar pelos catequizandos

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    No retiro em S. Roque deste ano, houve um momento de oração que me tocou.
    Numa parte, foi-nos proposto deixarmos entrar por uma porta as pessoas que amávamos
    e dizer-lhes com um sorriso: "Vai com Deus" e deixá-las sair por outra porta.
    Uma a uma, eu "vi" passar os que eu mais amo e disse-lhes: "Vai com Deus"!
    Descobri que tenho muitas pessoas que amo pois o tempo foi curto e não passaram todas.
    Em casa lembrei-me do que o padre (?) João tinha falado no retiro em S. Roque à um ano atrás.
    Ele disse que devemos rezar pelos nossos catequizandos.
    Não seria esta uma bonita forma de eu rezar pelos meus catequizandos?

    Modelo do catequista

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    Encontrei esta imagem na net e adorei. Este é o modelo do catequista. É o próprio JC que deve servir de modelo para todos os catequistas que querem viver a catequese a sério. Temos que acolher as nossas crianças como Jesus acolhia: com amor, carinho, paciência e toda a atenção do mundo! Muitos de nós fazem catequese como os discípulos: querem que as crianças os ouçam mas que fiquem muito quietas, que não incomodem! (Mt 19, 13ss) Mas eu quero ser como Jesus: quero que as crianças me incomodem, interroguem, questionem, ponham em dúvida... Só assim o seu coraçãozinho se abrirá ao verdadeiro Jesus que deve habitar no coração de cada um. Utopia? Talvez! Mas, para mim, não existe, "não é possível", "não consigo", mas sim "vou tentar"!

    Formação em S. Roque

    Ontem houve formação de catequistas em S. Roque. O salão estava cheio de catequistas com vontade de aprender e até tive que me sentar no chão. A Dª Isabel foi quem nos deu a formação. Gostei do seu jeito provocador mas meigo. Deve ter muita formação para conseguir cativar uma plateia inteira durante um dia inteiro. É bom ver que a Igreja está a mudar. Que se está a preparar para os novos tempos. Que a catequese não pode ser dada como antigamente, apesar de alguns resistentes à mudança que vão sendo cada vez menos. Há muita gente com vontade de mudar e isso é que interessa!
    Por vezes, eu pensava que era louca, que punha demasiada energia na catequese. Ontem descobri que estou no bom caminho. I have a dream!. disse Luther King. Eu também tenho um sonho (entre muitos!). Que as crianças possam dizer: "Yes!!! Vou à catequese, Jesus me ama"! (Actualmente, só dizem "yes!" quando o catequista diz: "P´rá semana não há catequese")
    Quando voltei da formação, vinha preocupada pois ainda teria que fazer a limpeza da casa (sempre o prático a consumir os pensamentos!). Mas quando cheguei estava tudo limpo. Deus tem uma forma bem subtil de actuar! O maridão e as crianças (se é que um rapagão de 16 anos e uma menina de 12 anos, mais alta que eu, se possam chamar de crianças!) tinham limpado a casa toda! Sorte, não? Fartei-me de agradecer pois o pior é quando as pessoas não sabem agradecer o bem que lhes fazem e ainda por cima dizem: "Não fizeste mais que a tua obrigação!". Mas eu estou grata! Principalmente grata a Deus por me ter dado uma família tão maravilhosa e a oportunidade de O servir de algum modo. E viva a vida!Piscadela
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    Lago em S. Roque perto do salão onde houve a formação

    Primeiro contacto

    Este é o meu primeiro contacto com as novas tecnologias.
    Já sei trabalhar com o PC desde a faculdade mas ainda não sabia lidar com e_mails e blogues.
    Cá estou na minha primeira tentativa de adicionar alguma coisa.
    Hoje uma amiga teve bebé e estou muito feliz por ela.
    Foi a primeira filha e deve ter sido uma emoção muito grande.
    Pelo menos, quando tive os meus, foi! É incrível ver fisicamente aquele ser que se carregou 9 meses!
    Felicidades para ela e para a bebé.
    Por hoje, chega. Vamos ver se isto aparece!Sorriso