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Oração
Charles de Foucauld Ó Catequista, meu Catequista! (10)“10. A catequese não é um jogo, mas pode ser jogada (Apresentação do 10º Capítulo do livro Ó CATEQUISTA, MEU CATEQUISTA de Tonino Lasconi) Ó Catequista, meu Catequista! (5)"5. O catequista pode ser um teólogo, um liturgista, um místico... mas deve saber comunicar (Apresentação do 5º Capítulo do livro Ó CATEQUISTA, MEU CATEQUISTA de Tonino Lasconi) O grãozinho de areia
“Era uma vez um grãozinho de areia que vivia no deserto no meio de milhões e milhões de outros grãozinhos de areia. in GOSTE DE SI de Luís Martins Simões Todos temos capacidade para sonhar. Não deixemos que as críticas e a falta de apoio dos outros nos tire essa capacidade. Se sairmos do nosso conforto e decidirmos arriscar, um sonho pode tornar-se numa realidade bem melhor que o próprio sonho! Ó Catequista, meu Catequista! (6)"6. Porque as palavras não bastam (Apresentação do 6º Capítulo do livro Ó CATEQUISTA, MEU CATEQUISTA de Tonino Lasconi) Para pensar...Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós. Jesus Nenhum de vós é um crente até quererdes para o vosso vizinho o que quereis para vós. Maomé Não magoeis os outros com aquilo que vos magoa a vós. Buda Aquilo que é odioso para vós, não o façais aos outros. Hillel (Seja qual for a religião, a proposta é a mesma) 6. Respondemos como Abraão - 4º AnoO Senhor disse a Abraão: "Deixa a tua terra, a tua família (...) e vai para a terra que Eu te indicar"(Gen 12, 1). E Abraão foi. O Sr. António ouviu a leitura na missa e ouviu depois o Sr. Padre a perguntar quem estava disposto a fazer como Abraão. Falou das necessidades da paróquia e perguntou se ninguém queria se dedicar à comunidade e pôr ao serviço dos outros o que recebeu de Deus. O Sr. António ficou tocado com estas palavras. Ele tinha tantas coisas que Deus lhe deu! Deus acolheu-o no Baptismo, ouviu a Sua palavra tantos anos na catequese e na missa, tantas vezes recebeu o Perdão de Deus e o Seu Corpo! E pensou: "Vou dedicar-me à catequese". Hoje o Sr. António é catequista e sente-se feliz por isso. E, tal como Abraão, também ele contribui para o povo de Deus crescer. Também nós somos chamados como Abraão. Somos chamados à catequese. Muitos meninos podiam ficar a ver televisão ou a jogar PlayStation. Mas não! Sairam de suas casas e vieram à catequese! E depois podem ir para suas casas e pôr ao serviço dos outros o que Deus lhes deu. Como? A cada um de nós Deus deu lindos sorrisos que podemos partilhar com os outros, deu-nos duas mãos que podem ajudar a mãe a pôr a mesa, deu-nos dois braços para abraçar um amigo, deu-nos lábios que podem beijar a face dos nossos avós. E assim, podemos pôr ao serviço dos outros o que Deus nos deu e fazer os outros felizes. E ao fazer os outros felizes, também nós nos sentimos felizes! Afiar o machado
Thomas Welch
Tive a oportunidade de conversar com duas mães que conseguiram arranjar um tempinho para "afiar os seus machados". Uma acabou a equivalência ao 9º ano (os meus parabéns!) e a outra está tirando o curso de Animadora de Idosos. São um exemplo para todos nós. Também os catequistas devem ter a preocupação de "afiarem seus machados" através de cursos, palestras, leitura de bons livros, etc. Para que a catequese não se torne só um debitar de conteúdos que nada dizem às crianças. Bombons Picantes Era uma vez um homem guloso que estava num mercado a comprar bombons. Viu uns vermelhos, lindos, embora caros. Comprou um saquinho deles e foi-se instalar à sombra duma árvore a apreciá-los. Extraído de GOSTE DE SI de Luís Martins Simões Ó Catequista, meu catequista (4)"4. Primeiro, as pessoas, depois, tudo o resto (Apresentação do 4º Capítulo do livro Ó CATEQUISTA, MEU CATEQUISTA de Tonino Lasconi) Contos e Parábolas ModernasAdiciono aqui endereços de histórias interessantes, basta carregar em cima do nome para entrar:
O livro Era uma vez... de José Real Navarro, das Edições Salesianas tem "40 contos para educar aos valores cristãos" (8-11 anos). Cada conto visa um conjunto específico de temas mas, além do conto, este livro tem a particularidade de apresentar propostas para trabalhar o conto: perguntas para o diálogo e actividades. Gostei muito do livro e penso que é muito útil na catequese pois as crianças mais novas ficam logo atentas quando dizemos: "Hoje vou contar uma história. Era uma vez...".
Ó catequista, meu catequista! (2)"2. Da catequese “obrigação” à catequese “dom” (Apresentação do 2º Capítulo do livro Ó CATEQUISTA, MEU CATEQUISTA de Tonino Lasconi) Ela é...
Da minha filha Cláudia Todos somos DeusConta a lenda hindu que um jovem tinha acabado de ter uma lição com o seu mestre em que este lhe havia acabado de ensinar que Deus estava em tudo e em todos. Extraído de GOSTE DE SI de Luís Martins Simões 3. À Escuta da Palavra - 4º anoHoje é-nos proposto reflectirmos sobre o chamamento feito por Deus a Samuel. Fizemos a apresentação do teatro, que correu muito bem (temos actores!) e, depois de o analisarmos, tentamos perceber o que aquilo nos queria dizer a nós. Não adianta vermos uma história muito bonita mas que não acrescenta nada à nossa vida. Será que Deus só falava aos profetas ou continua a falar-nos hoje? Descobrimos que Deus continua a falar-nos principalmente através da Bíblia mas também através de pessoas que nos falam de Deus. Por vezes, até uma paisagem muito linda ou um pôr-do-sol nos fala que é impossível Deus não existir. E nós? Estamos dispostos a escutar? E a responder como Samuel "Fala Senhor, teu servo escuta"? Aqui optei por dar o meu testemunho pessoal. Sugeri que peguntassem aos pais se alguma vez sentiram que Deus lhes falava. Alguns meninos falaram que sim, que os pais já tinham sentido muitas vezes. Surpreendeu-me a convicção de algumas crianças. Dá para notar quando os pais vivem a experiência de Deus nas suas vidas e as partilham com os filhos. É bom que o façam. O testemunho vale muito mais que discursos folcloricados. É bom que os pais não se abstenham me mostrar a sua fé a até as suas fragilidades. Os filhos os respeitarão mais por verem que os pais são humanos! Fala Senhor, teu servo escutaNa catequese do 4º ano, 3ª sessão, fala-se de Samuel. Samuel escutou Deus e pôs-se à Sua disposição. E nós? Escutamos Deus? Dizemos, como Samuel, "Fala Senhor, teu servo escuta", ou fazemos de conta que não ouvimos?
Em todos os retiros e formações de catequistas fala-se da importância do catequista dar o seu testemunho. Então, eu pensei se algum dia me tinha sentido chamada por Deus. Por vezes eu sentia dentro de mim um pensamento que não queria calar: "Podias ir dar catequese". E eu pensava: "Tás doida! Tens mais que fazer!". E aquilo passava. Passado algum tempo o pensamento voltava mas eu sempre dava desculpas para mim mesma: não tinha tempo, tinha mais que fazer, quando era mais nova diziam que não tinha jeito para crianças, um monte de desculpas... Será que era Deus que me chamava? Não sei mas eu não estava disposta a responder como Samuel. No entanto, o pensamento não desaparecia, até que me chateei e pensei: "Vou me oferecer para catequista. Se for só cisma minha, vão-me responder:"P´rágora não precisamos mas quando precisarmos falamos". Se for mesmo a vontade de Deus então vão ficar contentes". Quando fui falar com a responsável pela catequese, ela se alegrou e disse que estavam mesmo a precisar de catequistas! Por vezes Deus chama, seja por pensamentos, seja por intermédio de outras pessoas, seja pela Sua palavra impressa na Bíblia. Mas nós nem sempre escutamos ou queremos escutar.
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