celina's profileA paixão de ser catequis...PhotosBlogLists Tools Help

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    Oração

    MaosParaCeu

    Senhor Jesus, a Ti me abandono:
    faz de mim o que quiseres!
    Entra em minha vida, eu Te peço.
    Estou pronto para tudo, aceito tudo,
    contando que a Tua vontade se faça em mim
    e em todas as Tuas criaturas.
    Não quero outra coisa, meu Deus,
    se não que mores em mim.
    Entrego minha vida em Tuas mãos,
    entrego o meu coração a Ti, meu Deus,
    com todo o amor que ele tem,
    porque eu Te amo.
    E porque é para mim uma necessidade de amor:
    dar, entregar em Tuas mãos
    o meu coração  com infinita confiança
    porque és meu Senhor e companheiro.

    Charles de Foucauld

    Ó Catequista, meu Catequista! (10)

    10. A catequese não é um jogo, mas pode ser jogada
        A dimensão lúdica (por outras palavras: fazer as coisas como um jogo e agradavelmente) ajuda a compreender, a interiorizar e a recordar.
        Se, de facto, queremos que o nosso trabalho de catequistas seja compreendido, interiorizado e recordado, porquê tanto medo, nos ambientes eclesiásticos, em relação às actividades, mesmo as mais importantes, feitas à maneira de jogo?
        Uma das lamentações que mais tenho ouvido na boca de párocos e catequistas é: «Estas crianças não se interessam por nada. Por elas, estariam sempre a brincar!» Então, porque não as pomos a «brincar»?”

     (Apresentação do 10º Capítulo do livro Ó CATEQUISTA, MEU CATEQUISTA de Tonino Lasconi)

    Para pensar...

    flor61 

    Deus está onde O deixam entrar. 

    em O Alquimista de Paulo Coelho

    Ó Catequista, meu Catequista! (5)

    "5. O catequista pode ser um teólogo, um liturgista, um místico... mas deve saber comunicar
        «Para uma boa catequese basta amar as crianças, basta gostar muito delas. Depois, o resto é por conta de Jesus.» Não há afirmação mais tola e mais contrária ao amor do que esta.
        A forma mais elevada do amor é o respeito.
        E respeito significa também e, talvez sobretudo, profissionalismo.
        Para ser profissional, o catequista deve saber comunicar.
        A comunicação é uma arte.
        A arte não nasce da improvisação (como afirmam os génios incompreendidos), mas da preparação. "

    (Apresentação do 5º Capítulo do livro Ó CATEQUISTA, MEU CATEQUISTA de Tonino Lasconi)

    O grãozinho de areia

       

    ostra

       “Era uma vez um grãozinho de areia que vivia no deserto no meio de milhões e milhões de outros grãozinhos de areia.
        Um dia, voltou-se para os amigos e disse-lhes:
        - Eu hei-de sair deste deserto!
        E os amigos estoiraram à gargalhada e a fazer pouco dele.
        - Tu não passas dum grão de areia. A tua vida é no deserto. Nunca hás-de sair daqui!
        E ele insistia.
        - Eu digo-vos que hei-de sair deste deserto!
        E os amigos rebentavam de novo à gargalhada e a fazer pouco dele.
        - Tu não passas de um grão de areia!
        Repetiam-lhe.

        Até que, de repente, o vento começou a soprar, muito forte. Levantou-se uma tempestade no deserto. Todos os grãozinhos de areia deram as mãos uns aos outros e juntaram-se todos muito juntinhos para não voar com o vento.  
        Foi então que o nosso grãozinho aproveitou para largar as mãos de todos os outros e se deixar levar pelo vento. Levantou voo e voou, voou, voou durante horas.
        Quando o vento deixou de soprar, ele já estava sobre as águas do mar. Caiu. Foi para o fundo dos oceanos, aterrou numa ostra e transformou-se numa pérola.” 

    in GOSTE DE SI de Luís Martins Simões

    blueblue

    Todos temos capacidade para sonhar. Não deixemos que as críticas e a falta de apoio dos outros nos tire essa capacidade. Se sairmos do nosso conforto e decidirmos arriscar, um sonho pode tornar-se numa realidade bem melhor que o próprio sonho!

    Ó Catequista, meu Catequista! (6)

    "6. Porque as palavras não bastam
        Os catequistas sabem muito bem que as crianças e os adolescentes passam, em média, trinta e seis ou quarenta horas por semana diante da televisão. Nas imagens.
        Os catequistas sabem muito bem que os jovens cresceram diante da televisão e que, por isso, têm o cérebro estrutura do pelas imagens.
        Os catequistas também sabem que os adultos respiram as imagens e vivem na civilização da imagem.
        Então, porque é que muitos catequistas se iludem, pensando que podem deixar a imagem do lado de fora da porta da catequese?
        Uma hora de palavras poderá vencer uma avalancha de imagens? É verdade que não! É este o motivo pelo qual o catequista não pode deixar de aprender a comunicar com a imagem."

     (Apresentação do 6º Capítulo do livro Ó CATEQUISTA, MEU CATEQUISTA de Tonino Lasconi)

    Para pensar...

    Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós.

    Jesus

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    Nenhum de vós é um crente até quererdes para o vosso vizinho

    o que quereis para vós.

    Maomé

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    Não magoeis os outros com aquilo que vos magoa a vós.

    Buda

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    Aquilo que é odioso para vós, não o façais aos outros.

    Hillel

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    (Seja qual for a religião, a proposta é a mesma)

    6. Respondemos como Abraão - 4º Ano

     

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    O Senhor disse a Abraão: "Deixa a tua terra, a tua família (...) e vai para a terra que Eu te indicar"(Gen 12, 1). E Abraão foi.

    O Sr. António ouviu a leitura na missa e ouviu depois o Sr. Padre a perguntar quem estava disposto a fazer como Abraão. Falou das necessidades da paróquia e perguntou se ninguém queria se dedicar à comunidade e pôr ao serviço dos outros o que recebeu de Deus.

    O Sr. António ficou tocado com estas palavras. Ele tinha tantas coisas que Deus lhe deu! Deus acolheu-o no Baptismo, ouviu a Sua palavra tantos anos na catequese e na missa, tantas vezes recebeu o Perdão de Deus e o Seu Corpo! E pensou: "Vou dedicar-me à catequese".

    Hoje o Sr. António é catequista e sente-se feliz por isso. E, tal como Abraão, também ele contribui para o povo de Deus crescer.

    Também nós somos chamados como Abraão. Somos chamados à catequese. Muitos meninos podiam ficar a ver televisão ou a jogar PlayStation. Mas não! Sairam de suas casas e vieram à catequese! E depois podem ir para suas casas e pôr ao serviço dos outros o que Deus lhes deu. Como? A cada um de nós Deus deu lindos sorrisos que podemos partilhar com os outros, deu-nos duas mãos que podem ajudar a mãe a pôr a mesa, deu-nos dois braços para abraçar um amigo, deu-nos lábios que podem beijar a face dos nossos avós. E assim, podemos pôr ao serviço dos outros o que Deus nos deu e fazer os outros felizes. E ao fazer os outros felizes, também nós nos sentimos felizes!

    Afiar o machado

    arvores Dois homens passaram o dia inteiro a cortar lenha.
    O primeiro trabalhou sem parar todo o dia e conseguiu uma grande pilha de lenha.
    O segundo também trabalhou todo o dia, mas foi descansando alguns minutos de hora em hora.
    Ao fim do dia, tinha uma pilha de lenha muito maior que o primeiro.
    - Como é que conseguiste cortar tanta lenha? - perguntou o homem que trabalhou sem descansar.
    E a resposta foi esta:
    - Enquanto descansava, ia afiando o meu machado.

    Thomas Welch 

     

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    Tive a oportunidade de conversar com duas mães que conseguiram arranjar um tempinho para "afiar os seus machados". Uma acabou a equivalência ao 9º ano (os meus parabéns!) e a outra está tirando o curso de Animadora de Idosos. São um exemplo para todos nós. Também os catequistas devem ter a preocupação de "afiarem seus machados" através de cursos, palestras, leitura de bons livros, etc. Para que a catequese não se torne só um debitar de conteúdos que nada dizem às crianças.

    Bombons Picantes

      Era uma vez um homem guloso que estava num mercado a comprar bombons. Viu uns vermelhos, lindos, embora caros. Comprou um saquinho deles e foi-se instalar à sombra duma árvore a apreciá-los.
    Ao trincar o primeiro, começou a espirrar, a transpirar, a chorar.
    Pegou no resto do bombom e levou-o também à boca.image004
    E continuou a espirrar, a transpirar, a chorar. Ao cabo de dois bombons inteiros, já deitado no chão e em liquefacção, viu aproximar-se dele um homem que lhe disse preocupado:
    - O que o Sr. está a comer são malaguetas! Devem ser comidas com parcimónia!
    - Pensava que eram bombons... - respondeu-lhe.
    - Mas agora que já percebeu que eram malaguetas, pare de as comer!
    - Depois de ter pago tanto dinheiro por elas? Nem pensar! Tenho de as comer todas!

    Extraído de GOSTE DE SI de Luís Martins Simões

    Para pensar...

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    O homem olha as aparências mas Deus olha o coração.

    (1 Sm 16,7)

    Ó Catequista, meu catequista (4)

    "4. Primeiro, as pessoas, depois, tudo o resto
        As pessoas são mais importantes do que todas as coisas. Mais do que os catecismos, do que os programas e, até, do que os sacramentos.
        Quem não sabe isto? E o catequista também o sabe. No entanto, graças aos guias e aos livros que se preocupam unicamente com os conteúdos, pode acontecer que se esqueça disso. O que é de lamentar!
        Porque o catequista, antes de tudo e acima de tudo, é uma pessoa que se encontra com as outras pessoas, sejam crianças, adolescentes, jovens ou adultos.
        Portanto, o catequista precisa de saber, além dos textos, como deve viver entre as pessoas de modo positivo, construtivo e enriquecedor. "

    (Apresentação do 4º Capítulo do livro Ó CATEQUISTA, MEU CATEQUISTA de Tonino Lasconi)

    Contos e Parábolas Modernas

    Adiciono aqui endereços de histórias interessantes,

    basta carregar em cima do nome para entrar:

     

      Cobras e pirilampos   Uma história para refletir   Torne-se um lago
      Parábola da rosa   Meu pequeno anjo   A joia perdida
      Os sapos   Sementes   A brasa isolada
      O exercício da paciência O gondoleiro  Todos somos Deus 
      Bombons picantes   Afiar o machado   O grãozinho de areia
     O lobo e a lebre  A borboleta  Barulho de carroça 
      A esperteza do burro várias de Paulo Coelho  Deixa entrar o sol 
    várias em Fóruns Paróquias     
         
         

     

           O livro Era uma vez... de José Real Navarro, das Edições Salesianas tem "40 contos para educar aos valores cristãos" (8-11 anos). Cada conto visa um conjunto específico de temas mas, além do conto, este livro tem a particularidade de apresentar propostas para trabalhar o conto: perguntas para o diálogo e actividades. Gostei muito do livro e penso que é muito útil na catequese pois as crianças mais novas ficam logo atentas quando dizemos: "Hoje vou contar uma história. Era uma vez...".

          

    Ó catequista, meu catequista! (2)

    "2. Da catequese “obrigação” à catequese “dom”
        O que é a catequese? É fácil! É aquela coisa a que as crianças devem ir e os pais as devem mandar.
        De contrário: «Nem primeira comunhão nem crisma.» Mas não existe ideia mais disparatada, mais errada nem mais perniciosa!
        É urgentíssimo tomar consciência de que não são as crianças e os adolescentes - que não acreditam ou que não crêem de modo consciente e maduro - que têm o «dever» de «ir» à catequese. É a comunidade cristã que tem o dever de «ir» dar a conhecer o Senhor e a sua mensagem.
        É que Jesus não disse ao povo: «Ide ouvir o que os meus discípulos têm a dizer-vos»; mas foi aos apóstolos que disse: «I de pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda a criatura» (Mc 16,15).
        Esta tomada de consciência muda toda a perspectiva da actividade catequística. É como virar-se para o lado direito para ver uma praça que foi sempre vista do lado esquerdo.”

    (Apresentação do 2º Capítulo do livro Ó CATEQUISTA, MEU CATEQUISTA de Tonino Lasconi)

    Ela é...

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    Ela é a minha pedra preciosa,
    Ela é a minha borboleta sonhadora,
    Ela é a minha turquesa azulada.
    Ela é o meu sol,
    Ela é a luz do meu farol.
    Ela é a minha estrela guia,
    Ela é a razão da minha alegria.
    Ela é a minha razão de viver,
    Ela é a causa do meu nascer.
    Ela é a minha mãe, que nunca irei esquecer!

                                                           Da minha filha Cláudia

    Todos somos Deus

    Conta a lenda hindu que um jovem tinha acabado de ter uma lição com o seu mestre em que este lhe havia acabado de ensinar que Deus estava em tudo e em todos.
    Logo após a lição, ao atravessar Calcutá, esse jovem encontra-se numa rua estreita frente a um enorme elefante conduzido apressadamente por um miúdo. O miúdo grita:
    - Afastem-se, afastem-se!
    Todos se afastam. E o nosso jovem recém-instruído pensa para si:
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    - Se todos somos Deus, eu sou Deus, e o elefante também é Deus. Será que Deus fará mal a Deus?
    E não se afasta.
    O elefante dá-lhe uma valentíssima trombada que o atira para cima dum telhado.
    O jovem vai para o hospital.
    O mestre vai visitá-lo.
    O jovem, convalescente e indignado, conta ao mestre que tinha aplicado os seus ensinamentos ao não afastar-se, ao que o mestre respondeu:
    - É verdade que tu és Deus, e que o elefante também é Deus. Mas é verdade também que o miúdo que ia sobre o elefante também é Deus. Porque não fizeste caso das advertências de Deus? 

    Extraído de GOSTE DE SI de Luís Martins Simões

    Para pensar...

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    Que a luminosidade do meu rosto

    dê ao outro a certeza que é impossível Deus não existir.

    (citado por Dª Isabel em S. Roque, desconheço autor)

    Aos catequizandos!

    Querem partilhar coisas vossas neste espaço como por exemplo desenhos, histórias, poemas,  etc? Deem-me na catequese e eu ponho aqui!
     
    natal 
    De Cláudia Raquel e Ana Paula,
    4º Ano Catequese

    3. À Escuta da Palavra - 4º ano

       

      Hoje é-nos proposto reflectirmos sobre o chamamento feito por Deus a Samuel. Fizemos a apresentação do teatro, que correu muito bem (temos actores!) e, depois de o analisarmos, tentamos perceber o que aquilo nos queria dizer a nós.

    Não adianta vermos uma história muito bonita mas que não acrescenta nada à nossa vida.  Será que Deus só falava aos profetas ou continua a falar-nos hoje? Descobrimos que Deus continua a falar-nos principalmente através da Bíblia mas também através de pessoas que nos falam de Deus. Por vezes, até uma paisagem muito linda ou um pôr-do-sol nos fala que é impossível Deus não existir.

    E nós? Estamos dispostos a escutar? E a responder como Samuel "Fala Senhor, teu servo escuta"? Aqui optei por dar o meu testemunho pessoal.

    Sugeri que peguntassem aos pais se alguma vez sentiram que Deus lhes falava. Alguns meninos falaram que sim, que os pais já tinham sentido muitas vezes. Surpreendeu-me a convicção de algumas crianças. Dá para notar quando os pais vivem a experiência de Deus nas suas vidas e as partilham com os filhos. É bom que o façam. O testemunho vale muito mais que discursos folcloricados. É bom que os pais não se abstenham me mostrar a sua fé a até as suas fragilidades. Os filhos os respeitarão mais por verem que os pais são humanos!

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    Fala Senhor, teu servo escuta

    Na catequese do 4º ano, 3ª sessão, fala-se de Samuel. Samuel escutou Deus e pôs-se à Sua disposição. E nós? Escutamos Deus? Dizemos, como Samuel, "Fala Senhor, teu servo escuta", ou fazemos de conta que não ouvimos?

    Em todos os retiros e formações de catequistas fala-se da importância do catequista dar o seu testemunho. Então, eu pensei se algum dia me tinha sentido chamada por Deus.

    Por vezes eu sentia dentro de mim um pensamento que não queria calar: "Podias ir dar catequese". E eu pensava: "Tás doida! Tens mais que fazer!". E aquilo passava. Passado algum tempo o pensamento voltava mas eu sempre dava desculpas para mim mesma: não tinha tempo, tinha mais que fazer, quando era mais nova diziam que não tinha jeito para crianças, um monte de desculpas... Será que era Deus que me chamava? Não sei mas eu não estava disposta a responder como Samuel.

    No entanto, o pensamento não desaparecia, até que me chateei e pensei: "Vou me oferecer para catequista. Se for só cisma minha, vão-me responder:"P´rágora não precisamos mas quando precisarmos falamos". Se for mesmo a vontade de Deus então vão ficar contentes".

    Quando fui falar com a responsável pela catequese, ela se alegrou e disse que estavam mesmo a precisar de catequistas!

    Por vezes Deus chama, seja por pensamentos, seja por intermédio de outras pessoas, seja pela Sua palavra impressa na Bíblia. Mas nós nem sempre escutamos ou queremos escutar.